segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Pai Rico Pai Pobre de Robert Kiyosaki


Este é um clássico da literatura sobre educação financeira. Este é daqueles livros que somente o fazem se arrepender de não ter lido antes. O slogan “O que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro” resume bem o conteúdo do livro. Trata do conhecimento e atitudes necessárias para alcançar a independência financeira na vida, questionando um “lema” muito presente na sociedade. Todo mundo diz: Estude para ter um futuro melhor. Isso é consenso entre as pessoas. Mas é uma verdade relativa. Não basta estudar e se tornar Phd em alguma área. O seu salário poderá muitas vezes não ser suficiente para o seu padrão de vida. Isso se houver salário já que as pessoas normalmente estudam para serem empregados, e correm o risco do desemprego. Na verdade podem estudar o que quiserem e atuar na área econômica que quiserem, no entanto, a mensagem do livro é bem clara quanto ao conceito de que apesar de poder exercer a atividade que você quiser na vida, não pode deixar de estudar TAMBÉM como o dinheiro funciona, quais são as melhores formas de se obtê-lo sem precisar trocar suas horas de trabalho por ele, e principalmente, estudar e aprender sempre novas e melhores formas de MANTER o seu dinheiro.

O autor Robert Kiyosaki vai discorrendo entre as diferenças entre estudar para conseguir um bom emprego e estudar formas melhores de conseguir dinheiro, bem como as diferenças entre o comportamento e pensamento corrente na classe média americana, consumista, (que é semelhante à classe média brasileira) e o comportamento e pensamento dos ricos. E essas diferenças são colocadas desde a sua infância, em que percebia que seu pai pertencia ao primeiro grupo, enquanto o pai de um amigo seu pertencia ao outro, e gradativamente ia percebendo as vantagens de se pensar empreendedoramente em relação ao dinheiro. Após a leitura de Pai Rico, Pai Pobre, seus olhos se abrirão para um novo mundo, mundo no qual se verá com chances reais de chegar à riqueza ou de pelo menos, mudar sensivelmente seu padrão de vida, para melhor. Informação definitivamente é tudo.

www.ronaud.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Um Bestseller pra Chamar de Meu – Marian Keyes


Sinopse: Se você é daqueles que acha que um escritor de sucesso já tem a vida ganha porque publicou um livro que vendeu igual água, você é mais um que precisa se informar mais sobre o que acontece nos bastidores editoriais. Ah, tudo bem, você sabe que exitem editores, agentes literários, entre outros personagens que atuam neste ramo... mas o que fazem, como sabem qual é "o livro", "quem" é o escritor, "quando" vai acontecer aquele lançamento, entre outras dúvidas que atormentam essas pessoas, bem, isso chega ao alcance de poucos.
Jojo é a personagem focada, com olhos bem atentos às nuvens para não errar o plano de vôo, mas como nada é perfeito... ela acaba se apaixonando por um dos seus chefes; justamente o casado.
Lily Wright ainda está colhendo os frutos de seu romance de estréia. Contudo, seu segundo livro parece que se nega a sair de sua cabeça, e o prazo de entrega... vai para o espaço. Acontece que Lily ouviu os conselhos do "amor da sua vida" e gastou quase todo dinheiro na compra de uma casa. E agora?
Para completar o elenco principal, Gemma Hogan. Era a melhor amiga de Lily, até se apaixonar pelo amor da sua vida, que coincidentemente (ou não) é o mesmo do de sua melhor amiga. Gemma cuida da mãe recém-abandonada pelo marido e leva uma vida social sem grandes emoções.
Talvez o livro mais curioso de Marina Keyes depois de Melancia, Um Bestseller pra Chamar de Meu reúne ingredientes infalíveis para quem curte o mundo dos livros e é apaixonado por boas histórias de vida contemporâneas.

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É Marian Keyes e quem conhece e é fã sabe que eu não precisaria dizer mais nada, mas meu estado de êxtase com esse livro é tanto que não consigo ficar sem me derramar de elogios para com a autora, a história e até a editora.

A Bertrand Brasil Ltda. tem uma jóia nas mãos e está de parabéns por publicá-la. Obrigada pela iniciativa de lançar Marian Keyes no mercado brasileiro. Leio sempre um lançamento dela, porque sei que é garantia de bons momentos. Não preciso que ninguém me indique, faço o melhor estilo “ainda não li, mas já gostei”. Assim sendo não é fácil para eu aceitar – por mais respeito que eu tenha pela opinião alheia – que tem quem não aprecie suas histórias.

Marian Keyes não baixa o nível, não força piadas ou situações que em vez de engraçadas se tornam patéticas. Seus personagens não são destrambelhados, limitados ou ignorantes como é comum em muitos livros chick-lit.

Em Um Bestseller pra Chamar de Meu temos Gemma, Jojo e Lily como protagonistas. Elas são responsáveis, inteligentes, dinâmicas e respeitáveis. Que carente eu e – acredito que também – o mundo literário estávamos de personagens marcantes.

Gemma é uma organizadora de eventos que se vê obrigada a cuidar da mãe que foi abandonada pelo marido. Ela está sempre se correspondendo por e-mail com sua amiga de Boston e esses e-mails são recheados de histórias hilárias que podem muito bem virar um livro.

Jojo é uma agente literária linda e batalhadora, mas se envolve com um de seus chefes que é casado. Eu sei que vocês estão pensando que é um clichê, mas aqui a situação é diferente. Pensa que ela fica se lamentando por ele não abandonar a esposa para ficar com ela? Que passa as noites de sábado chorando? Definitivamente não. Embora esteja apaixonadíssima, ela é que o “enrola”.

Lily é autora de relativo sucesso. É casada com o sempre otimista Anton e mãe de Ema (com um “m” só mesmo). Mas se verá muito decepcionada com seu momento presente e em dúvida sobre o futuro.

Gemma e Lily eram amigas até que Anton – ex-namorado de Gemma – se apaixona por Lily e ela por ele. Jojo é agente de Lily e futuramente será também de Gemma, mas as três nunca estarão juntas na história. Ainda tem Irina, sempre pessimista; Owen, um caso de Gemma; a turma toda da agência na qual Jojo trabalha; o farmacêutico Johnny e vários personagens secundários que contribuem muito com a comédia toda.

Bem, reconheço! Exaltei-me na paixão. Talvez esse alto-astral todo seja reação da boa história. E talvez você leia e deteste. Mas sou fã número 1 e não nego essa condição.

www.livronochadascinco.blogspot.com

"Melancia" de Marian Keyes



Sentimentalismos à parte, Melancia é uma rara surpresa da literatura estrangeira contemporânea. Por esse motivo, não é de se admirar que antes de estar na lista dos mais vendidos no Brasil, estourou na Inglaterra, fazendo com que a escritora irlandesa Marian Keyes, autora do livro, tenha vendido a peso de ouro os direitos autorais para a publicação de suas obras na Alemanha e Estados Unidos.
O universo da mulher na faixa dos 30 anos é retratado por meio de personagens carismáticos, reviravoltas e comentários hilariantes e feministas da protagonista. É claro que não faltam farpas ao comportamento masculino. Melancia é de uma leitura maravilhosamente despretensiosa,
ironizando e se aproveitando dos clichês para elaborar uma boa história, embora com uma narrativa àgua-com-açúcar e previsível.

O livro conta o drama da garçonete Claire, abandonada pelo marido após dar à luz uma menina, logo depois que ele confessa ter um caso com uma vizinha também casada. Com a auto-estima em baixa, 29 anos e a forma física aparentando a de uma melancia, Claire resolve voltar para a casa da família: o pai à beira de um ataque de nervos, a mãe com fobia de cozinha e viciada em telenovelas e duas irmãs. Uma, destruidora de corações; outra, fanática pelo ocultismo.

Em meio a muitas lágrimas, depressão e bebedeiras, Claire refaz a vida e se interessa por Adam - boa pinta, inteligente e, claro, supersensível. O problema é que ela acha que Helen - a irmã demolidora de corações - está apaixonada, pela primeira vez, pelo tal galã e não quer magoá-la. Para complicar a situação, James, o marido, volta, acusando a mulher de tê-lo induzido a procurar uma amante.

Cada capítulo do livro parece o episódio de uma Sitcom - Situation Comedy - ou mesmo um folhetim de alguma novela das seis. O enredo gira em torno de coincidências ("... então, simplesmente aconteceu que me sentei ali e Adam entrou, apenas uma hora e meia depois que eu chegara..." pág. 276), segredos que só se revelarão no último capítulo, um audacioso plano de vingança e uma lição de moral: o que não mata fortalece, desde que a desgraça seja encarada com o mínimo de senso de humor. Bom para você ler quando estiver triste. O jeito é degustar a Melancia com prazer, já que o livro está bem longe de ser um "abacaxi".

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Cem anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez


Tempos atrás comecei a ler o livro Cem Anos de Solidão do escritor colombiano Gabriel García Márquez. A história se passa numa cidade fictícia chamada Macondo, perdida em algum lugar do Caribe. Gabriel García Márquez – prêmio Nobel de literatura - é o precursor da escola latino-americana de realismo fantástico, seus livros são recheados de situações oníricas e fantásticas aliadas aos costumes e cultura latino-americana.

Acabei a leitura e fiquei impressionado com o capítulo final, especificamente na forma como o escritor amarra toda a história de várias gerações da família Buendía de forma magistral, tornado o romance praticamente uma história cíclica. Após a leitura da última página no final catártico do livro, voltei automaticamente à primeira página somente para me certificar como começava a história e o livro envolveu-me. Acabei lendo-o novamente, consecutivamente.

Quero chamar atenção para uma passagem do livro na qual o autor faz a descrição de uma relação sexual entre um homem e sua tia. A passagem é de um erotismo impressionante, o que me chamou a atenção, visto que não se encontram muitos ensaios sobre o erotismo e a sexualidade na obra do escritor colombiano. Faz-se necessária uma introdução para entender em qual momento da narrativa nos encontramos: Os personagens citados são Aureliano Buendía, sua tia Amaranta Úrsula e Gastón seu esposo. Aureliano é o filho bastardo de Meme que foi despachada para um convento logo após a gravidez e morreu por lá de velhice. Entregue aos cuidados da avó por uma freira do convento ele nunca conheceu o mundo e permaneceu praticamente escondido da sociedade, fechado dentro de um quarto tentando decifrar os antigos pergaminhos do cigano Melquiádes. Amaranta que é a irmã mais nova de Meme viveu a infância toda aprontando travessuras junto com seu sobrinho Aureliano, pois na época tinham praticamente a mesma idade. Quando Amaranta entrou na adolescência foi estudar em Bruxelas a capital da moda, era uma mulher moderna para o seu tempo e decidiu voltar a morar na cidade de sua infância, Macondo, que por essas épocas era um vilarejo perdido e empoeirado. Trouxe à tira-colo o marido Gastón, um sujeito fino que almejava montar uma companhia de aviação postal naquela cidade perdida. Aureliano sonhava e nutria uma paixão secreta pela tia desde a infância e a cena se passa no momento em que ele já não agüenta mais tamanha ansiedade e embriagado pelo álcool e pela paixão descabida resolve tomar o que lhe acredita ser de direito. Amaranta também sempre gostou de Aureliano e quando voltou de Bruxelas ficou fascinada pelo homem rústico e de ar solitário no qual se transformara o sobrinho, chama-lhe de “meu antropófago”. Cabe salientar que Aureliano e Amaranta nunca souberam de seu parentesco e moravam os três na mesma casa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"O menino do pijama listrado" John Boyne



Mesmo sendo uma obra ficcional, é impossível não verter lágrimas a cada capítulo do livro “O Menino do Pijama Listrado” de John Boyne. O pano de fundo da história trata do horror da 2ª Guerra Mundial e o hediondo holocausto, retratado pelo olhar infantil de Bruno, um menino de 9 anos de idade, filho de um Comandante, Oficial do exército do Líder Nazista, o Ditador Adolf Hitler.
Bruno se vê forçado a abandonar às pressas sua confortável vida em Berlim, após o Pai ser designado para comandar um campo de concentração em Auschwitz (que sua língua infantil entende por “Haja Vista”). Alheio à guerra que envolve seu país, a Alemanha, com boa parte da Europa, mudam-se para uma região desolada onde nada o faz feliz. O pequeno vê seus dias passarem através da janela, onde observa uma grande cerca que separa pessoas de seu convívio e nota que todas andam uniformizadas, usando um pijama listrado. Ele não entende bem as diferenças que separam os dois universos e, em um dia bastante entediado, resolve brincar de explorador, até que se depara com um menino de pijama listrado do outro lado da cerca. Shmuel, um menino judeu preso no campo de concentração, tem a mesma idade de Bruno e curiosamente nascera no mesmo dia em que ele. Os dois tornam-se grandes amigos e pouco a pouco passam os dias conversando sobre as razões que os separam, entendem que a amizade é proibida, mas não compreendem o porquê.
Paralelo às atrocidades cometidas pelo exército alemão, surge a beleza da amizade, pura e despretensiosa. Um olhar inocente sobre o horror do holocausto, que tantas vítimas fez, manchando a história do cenário político mundial. Mesmo não explorando a fundo todo o impacto vivido em meio à década de 40, onde polidamente o autor poupa os leitores dos detalhes sórdidos (vistos anteriormente em “A Lista de Schindler” e em “O Pianista”), é impossível não comover-se com a pureza do olhar pueril frente à situação de guerra e sentir um nó na garganta ao perceber, página a página, o valor de uma amizade verdadeira, como a de Bruno e Shmuel.
Crime e castigo andam de mãos dadas e os universos antagônicos se encontram e as conseqüências levam a um desfecho trágico, onde percebe-se claramente a mensagem de Boyne, levando à reflexão sobre os atos cruéis que podem se voltar contra quem os pratica. Por motivos óbvios, não vale a pena estragar a surpresa e o prazer que a leitura desse Best seller suscita nos leitores, mas fica o convite para degustar essa história contida neste primoroso livro.
Patrícia Rech

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Amor- José Luiz Furtado


Li esta semana que passou um livro encantador: "Amor". Como cheguei ao livro? Fui à Saraiva do Shopping Flamboyant, em Goiânia. Dirigi-me, como geralmente faço, primeiramente à estante dos livros de Filosofia. Uma psicóloga ao meu lado procurava um livro da filósofa Marcia Tiburi. Trocamos algumas ideias. E, na estante de filosofia, entre os vários títulos lá dispostos, encontrei o livro "Amor". Apanhei-o de súbito. A capa é atraente e inteligentemente bolada. Seduz.
Fui para a QUARTA CAPA: "Se é possível filosofar na universidade? A filosofia pode curar? Ética e honestidade são a mesma coisa? A razão embota a sensibilidade? A filosofia é sempre atéia? Ela é a boa conselheira? Ou é uma ciência que falhou? Liberdade para perguntar, liberdade para filosofar. Este é o princípio da 'Filosofia & Verso', coleção que parte de questões que todos nós, em algum momento, às vezes até sem perceber, costumamos fazer em relação a tudo. Com uma linguagem acessível a qualquer pessoa que queira pensar, estes livros buscam entender os grandes temas da vida humana com os instrumentos que a filosofia continua a nos oferecer há mais de dois mil anos"
Lida a quarta capa, fui para a ORELHA: "Amor, de José Luiz Furtado, deflagra imediatamente uma questão: como o amor é um dos temas mais corriqueiros da cultura contemporânea – não tendo sido necessariamente um tema dominante em todas as épocas históricas, mesmo no Ocidente –, é difícil à primeira vista imaginar o que a filosofia pode acrescentar a um assunto já abordado por todos – da música popular à poesia, passando pelo cinema e pelas conversas de bar e de chats da internet. Mas justamente por isso, a filosofia pode dar ao tema um vigor renovado, distante, portanto, da grande redundância que o envolve na música popular e na poesia, passando pelo cinema e pelas conversas de bar e de chats da internet... Se o amor é um tema vital, abordá-lo de forma inteligente é, além de inteligente, vital. Este livro, portanto, o aborda não apenas de modo inteligente, como abrangente, mapeando a história do amor desde a filosofia grega (e o mito de Eros) até o surgimento moderno do amor romântico e sua permanência na cultura contemporânea."
Vencida a orelha, fui ver o CURRÍCULO DO AUTOR: "José Luiz Furtado [surpresa feliz a minha] nasceu em Campos Gerais, MG [meu conterrâneo, da mesma cidade em que nasci], em 1956. Graduado, mestre e doutor em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais, é professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Ouro Preto e autor, entre outros, de 'Trânsito filosófico: política e ciência."

Li o livro como se estivesse estudando o amor pela primeira vez. Um livro e tanto!!!

Vale a pena, viu!!!! O amor é para ser vivido, mas o que vale a pena ser vivido também vale a pena ser lido. E como!!!

Wilson Correia
Publicado no Recanto das Letras em 09/11/2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Bonita Luz- O sumiço do anjo barroco


Bonita Luz é uma menina curiosa que ainda pequena enfrenta um momento muito difícil - a morte da sua mãe. Sozinha no Rio de Janeiro com o pai, que é transferido e se vê obrigado a viajar, a menina vai morar com a avó em Tiradentes, no estado de Minas Gerais. O que poderia ser uma experiência traumática transforma-se então em um horizonte de descobertas e aventuras - Bonita faz novos amigos e é apresentada ao confortável mundo da comida caseira, dos doces de Minas e da vizinhança de uma cidade do interior. Além de muitas descobertas, Bonita faz um grande amigo - é o menino Quincas, que trabalha como guia turístico na cidade. Juntos, Bonita e Quincas envolvem-se em um mistério que mobiliza várias pessoas; o sumiço de um anjo barroco, que foi roubado da sacristia da igreja. Muitos são os suspeitos, entre eles um homem estranho conhecido por todos como o louco. Bonita Luz conduz o leitor pelas paisagens de Tiradentes - como a maria-fumaça, os antiquários e as belas igrejas -, e revela a importância de se enfrentar desafios e ter coragem de experimentar o desconhecido.




Sobre o autor:

MORETZSOHN, ANA MARIA
Ana Maria Moretzsohn, carioca, é jornalista formada pela Escola de Comunicação da UFRJ. Autora e roteirista de televisão desde 1985, escreveu mais de 15 novelas nas redes Globo e Bandeirantes. Foi responsável, junto com Ricardo Linhares, pela implantação do programa Malhação (TV Globo -1995); adaptou, em 1999, o romance Meu pé de laranja lima para a TV Bandeirantes, e na mesma emissora foi co-autora do telefilme Contos de Natal. Escreveu, para uma rádio e televisão portuguesa, o seriado Riscos, de temática adolescente. É autora, entre outros, de Como uma onda no mar, livro infanto-juvenil.


MORETZSOHN, PATRICIA
Patrícia Coelho Moretzsohn também é carioca e mestre em Letras – Estudos de Literatura pela PUC-Rio. Roteirista profissional, desde 1995 atuou em diversos programas voltados para o público infanto-juvenil e adolescente, como Malhação, Caça-Talentos, Angel Mix e a novela Estrela Guia. Patrícia assina a redação final da novela Floribella, adaptação do original argentino Floricienta, exibida na TV Bandeirantes.