
Trata-se de um livro extremamente cativante que liga o leitor da primeira à última página ao extenso de uma absorvente narrativa da dramática vida de uma família Cretense durante várias gerações.
Alexis Fielding parte em busca das suas linhagens rumo à ilha de Creta depois de achar que existia um passado que sempre lhe tinha sido escondido pela sua mãe, Sofia. Esta procura conduz Alexis a Plaka, uma pequena aldeia piscatória que também servia de cais de embarque para leprosos a caminho do exílio imposto pela sua doença, a ilha de Spinalonga. Esta ilha foi a maior colônia de leprosos em toda a Grécia entre 1903 e 1957. Aí em Plaka Alexis conhece Fotini, grande amiga e companheira da família, o único contato que Sofia tinha cultivado do seu passado. E quem lhe conta detalhadamente toda a trama da sua família.
Retornamos até 1939 a Plaka ao momento em que Eleni Petrakis, professora em Plaka foi mandada para a ilha de Spinalonga por ter sido diagnosticada com lepra. Era a bisavó de Alexis. A partir daí somos afrontados com a vida numa colônia de leprosos, uma família assolada pela separação, casamentos por interesse, amores e desamores, o medo em período de guerra, sempre com a sombra desta doença estigmatizante a plainar sobre a família Petrakis. Tudo detalhadamente esclarecido a Alexis pela sempre leal amiga, Fotini.
Nesta bagunça de descobertas, Alexis, reconhece o Amor existente entre os seus familiares capaz de ultrapassar todos os obstáculos e com isso decide o seu passado e encara o seu futuro com uma nova perspectiva da vida.
Com uma escrita precisa, ao longo das páginas desta obra, a autora transporta os leitores para a vida de cada um dos personagens, com descrições fiéis dos locais, da cultura cretense, a realidade da lepra, os seus hábitos e sentimentos.
Um livro que toca o coração.
Alexis Fielding parte em busca das suas linhagens rumo à ilha de Creta depois de achar que existia um passado que sempre lhe tinha sido escondido pela sua mãe, Sofia. Esta procura conduz Alexis a Plaka, uma pequena aldeia piscatória que também servia de cais de embarque para leprosos a caminho do exílio imposto pela sua doença, a ilha de Spinalonga. Esta ilha foi a maior colônia de leprosos em toda a Grécia entre 1903 e 1957. Aí em Plaka Alexis conhece Fotini, grande amiga e companheira da família, o único contato que Sofia tinha cultivado do seu passado. E quem lhe conta detalhadamente toda a trama da sua família.
Retornamos até 1939 a Plaka ao momento em que Eleni Petrakis, professora em Plaka foi mandada para a ilha de Spinalonga por ter sido diagnosticada com lepra. Era a bisavó de Alexis. A partir daí somos afrontados com a vida numa colônia de leprosos, uma família assolada pela separação, casamentos por interesse, amores e desamores, o medo em período de guerra, sempre com a sombra desta doença estigmatizante a plainar sobre a família Petrakis. Tudo detalhadamente esclarecido a Alexis pela sempre leal amiga, Fotini.
Nesta bagunça de descobertas, Alexis, reconhece o Amor existente entre os seus familiares capaz de ultrapassar todos os obstáculos e com isso decide o seu passado e encara o seu futuro com uma nova perspectiva da vida.
Com uma escrita precisa, ao longo das páginas desta obra, a autora transporta os leitores para a vida de cada um dos personagens, com descrições fiéis dos locais, da cultura cretense, a realidade da lepra, os seus hábitos e sentimentos.
Um livro que toca o coração.

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